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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A aprendizagem nunca é unilateral


A grande riqueza da época das Descobertas não se limita à língua e à cultura que levamos a novas terras, mas antes a tudo o que nós, portugueses, pudemos aprender nesse contacto com esses povos.


sábado, 4 de janeiro de 2014

Diogo Cão


                            Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
                            Este padrão ao pé do areal moreno
                                                                         Fernando Pessoa

Diogo Cão foi uma figura pioneira, sendo o primeiro a usar o padrão de pedra como marca de descoberta. Foi ele que, fazendo viagens de reconhecimento, trouxe dados que permitiram atingir a África do Sul, navegando ao largo da costa. (“Areal moreno”)
O padrão assinala a parte humana das Descobertas. Diogo Cão refere: “da obra ousada, 
é minha a parte feita”, e deixa o resto ao fatum, “o por-fazer é só com Deus”. 
Para Pessoa, é a “Cruz ao alto” que lembra a Diogo Cão – símbolo para todos os navega-
dores e todos os Portugueses – a razão suprema do desejo de navegar.



    

Diogo Cão
São muito pouco os dados existentes sobre Diogo Cão. Não se sabe o nome dos seus pais, mas sabe-se o nome do seu avô, Gonçalo Cão.

Pensa-se que nasceu em Vila Real, onde existe ainda uma casa que se pensa que terá sido a sua.
Não se sabe nada sobre a sua infância, nem da sua adolescência, os primeiros vestígios que sabemos da vida dele, são da sua juventude.

Entrou ao serviço da casa de D. Henrique, onde foi escudeiro e depois cavaleiro.

A sua ligação ao Infante tê-lo-á iniciado no conhecimento das coisas do mar, e a sua juventude foi dedicada às tarefas marítimas.

sábado, 21 de dezembro de 2013