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terça-feira, 11 de novembro de 2014
sábado, 16 de agosto de 2014
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Fernando Pessoa - O Quinto Império
A união dos países lusófonos: várias culturas...numa só cultura: uma mesma língua, um mesmo objetivo...a paz, o enriquecimento cultural...O NOSSO QUINTO IMPÉRIO.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
José Carlos Ary dos Santos
Deixemo-nos encantar pela poesia de Ary dos Santos
“(…) José Carlos Ary dos Santos, (…) foi – é – o Poeta da Revolução.
Na verdade, ninguém como ele cantou Abril e as suas Conquistas; ninguém como ele acompanhou e gravou em belíssimos poemas, os dias, as semanas, os meses do processo revolucionário; ninguém como ele escreveu os versos necessários em cada momento desse processo: incitando à luta e semeando confiança quando os inimigos de Abril mostravam as garras; glorificando os avanços e conquistas quando a força do movimento operário e dos militares revolucionários se impunha às forças da reacção e dava mais um passo na construção da democracia de Abril; ninguém como ele escreveu, com um talento raro, e declamou, com uma voz inconfundível, a poesia da Revolução.
Na verdade, ninguém como ele cantou Abril e as suas Conquistas; ninguém como ele acompanhou e gravou em belíssimos poemas, os dias, as semanas, os meses do processo revolucionário; ninguém como ele escreveu os versos necessários em cada momento desse processo: incitando à luta e semeando confiança quando os inimigos de Abril mostravam as garras; glorificando os avanços e conquistas quando a força do movimento operário e dos militares revolucionários se impunha às forças da reacção e dava mais um passo na construção da democracia de Abril; ninguém como ele escreveu, com um talento raro, e declamou, com uma voz inconfundível, a poesia da Revolução.
(…) a notável obra poética de José Carlos Ary dos Santos, atingiu a sua expressão mais elevada com o poema As Portas que Abril Abriu, escrito em 1975, onde o Poeta nos conta a história da Revolução Portuguesa: as suas origens, situadas na longa e corajosa resistência ao regime fascista; o derrubamento, pelo heróico MFA, do governo de Marcelo Caetano; a libertação dos presos políticos e a festa do povo nas ruas, vivendo e conquistando a liberdade; o primeiro 1º de Maio, a abrir o caminho para as Conquistas da Revolução…”
in http://www.odiario.info/?p=3056
Liberdade
Num mês em que se celebram os 40 anos da revolução de abril consideramos importante esta partilha. Aqui ficam alguns poetas que, pela palavra denunciaram e/ou celebraram a situação vivida em Portugal. O poder da PALAVRA!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
António Gedeão
Encontrei uma preta
que estava a chorar,
para a analisar.
Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.
Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
Nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
António Gedeão
A língua como fator de aproximação entre culturas
domingo, 2 de fevereiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Mapa de Moçambique - ontem e hoje
Moçambique
Moçambique está entre os
países onde o português tem o estatuto de língua oficial, sendo falada,
essencialmente como segunda língua, por uma parte da sua população.
De acordo com dados do
Censo de 1980, o português era falado por cerca de 25% da população e
constituía a língua materna de pouco mais de 1% dos moçambicanos. Os dados do
Censo de 1997 indicam que a percentagem atual de falantes de Português já é de
39,6%, que 8,8% usam o português para falar em casa e que 6,5% consideram o português
como sua língua materna. A vasta maioria das pessoas que têm a língua
portuguesa como materna reside nas áreas urbanas do país, e são os cidadãos
urbanos, principalmente, que adotam o português como língua de uso em casa. No
país como um todo, a maioria da população fala línguas do grupo bantu. A língua
materna mais frequente é o emakhuwa (26.3%); em segundo lugar está o xichangana
(11.4%) e em terceiro, o elomwe (7.9%).
http://www.linguaportuguesa.ufrn.br/pt_3.4.d.php
Africae Tabula Nova
Publicado na Antuérpia, Data – 1570
Autor – Abraham Ortelius (1527-1598)
Localização – Biblioteca Alberto I, Bruxelas...?
Autor – Abraham Ortelius (1527-1598)
Localização – Biblioteca Alberto I, Bruxelas...?
in http://www.girafamania.com.br/listaestados/mapa-antigo.htm
MAPA ATUAL DE MOÇAMBIQUE
domingo, 12 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
Diogo Cão
Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
Este padrão ao pé do areal moreno
Fernando Pessoa
Diogo Cão foi uma figura pioneira, sendo
o primeiro a usar o padrão de pedra como marca de descoberta. Foi ele que,
fazendo viagens de reconhecimento, trouxe dados que permitiram atingir a África
do Sul, navegando ao largo da costa. (“Areal moreno”)
O padrão assinala a parte humana das Descobertas. Diogo Cão refere:
“da obra ousada,
é minha a parte feita”, e deixa o resto ao fatum, “o por-fazer é só com Deus”.
Para Pessoa, é a “Cruz ao alto” que lembra a Diogo Cão – símbolo para todos os navega-
dores e todos os Portugueses – a razão suprema do desejo de navegar.
é minha a parte feita”, e deixa o resto ao fatum, “o por-fazer é só com Deus”.
Para Pessoa, é a “Cruz ao alto” que lembra a Diogo Cão – símbolo para todos os navega-
dores e todos os Portugueses – a razão suprema do desejo de navegar.
Diogo Cão
São muito pouco os dados existentes sobre Diogo
Cão. Não se sabe o nome dos seus pais, mas sabe-se o nome do seu avô, Gonçalo
Cão.
Pensa-se que nasceu em Vila Real, onde
existe ainda uma casa que se pensa que terá sido a sua.
Não se sabe nada sobre a sua infância, nem
da sua adolescência, os primeiros vestígios que sabemos da vida dele, são da
sua juventude.
Entrou ao serviço da casa de D. Henrique,
onde foi escudeiro e depois cavaleiro.
A sua ligação ao Infante tê-lo-á iniciado no conhecimento das coisas do mar, e a sua juventude foi dedicada às tarefas marítimas.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
À descoberta de Angola
PADRÃO
"O esforço é grande e o homem é pequeno.
Eu, Diogo Cão, navegador,
deixei
Este padrão ao pé do areal
moreno
E para diante naveguei.
A alma é divina e a obra é
imperfeita.
Este padrão sinala ao vento
e aos céus
Que, da obra ousada, é minha
a parte feita:
O por-fazer é só com Deus.
E ao imenso e possível
oceano
Ensinam estas Quinas, que
aqui vês,
Que o mar com fim será grego
ou romano:
O mar sem fim é português.
E a cruz ao alto diz que o
que me há na alma
E faz a febre em mim de
navegar
Só encontrará de Deus na
eterna calma
O porto sempre por
achar."
Fernando Pessoa
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